sábado, 13 de abril de 2013

Dia do beijo

(vi no Orlando Pedroso)

Dilma fumou um baseado


Essa eu ôvo


Objetos do desejo


Papo-cabeça

Homenagem a voce, Forrest Gump !

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Jesuis me chicoteia !


Aonde tu estás trepando, aleluia ?

Boteco Filosófico

“I wish for all this to be marked on my body when I am dead. I believe in such cartography – to be marked by nature, not just to label ourselves on a map like the names of rich men and women on buildings. We are communal histories, communal books. We are not owned or monogamous in our taste or experience.” 
― Michael Ondaatje, The English Patient

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Dilma fumou um baseado


“Eu li um artigo, acho que essa semana, em que ─ é um rapaz até aqui, do Nordeste, da Embrapa ─ em que ele dizia que agricultura ─ é uma coisa que todo mundo diz, também – que a agricultura no Brasil ela não é nem acaso, nem clima, nem sol, nem chuva, nem seca. Agricultura no Brasil é, sobretudo, tecnologia. E diz uma coisa que eu acho importante, sobre um dizer do cangaceiro, que o futuro não está embaixo, o futuro está em cima, em cima no sentido de que o futuro é sempre uma exigência maior que a gente se faz a nós mesmos”.



Dilma Rousseff, durante a 17ª reunião ordinária do Conselho Deliberativo da Sudene em Fortaleza, transcrita literalmente pelo Portal do Planalto, ao acusar tanto o rapaz da Embrapa quanto o cangaceiro de não falarem coisa com coisa.
(Blog do Augusto Nunes)